Objetivos CNUB

CNUB - CONVENÇÃO NACIONAL UNICISTA BRASILEIRA.

A CNUB – Convenção Nacional Unicista Brasileira, é uma sociedade religiosa sem fins lucrativos, tendo por finalidade unir as igrejas e os Unicistas de todo Brasil não filiado a nenhuma outra convenção, para tratar de todos os assuntos atinentes às suas finalidades, visando fornecer apoio moral e espiritual, sem interferir no nome de registro, costumes e nos patrimônios das igrejas filiadas.

A CNUB se compõe de pastores, presbíteros, evangelistas, diáconos e obreiros, que queiram a ela se filiar, sendo que estes estejam devidamente ligados a uma igreja registrada em Cartório e que aceitam voluntariamente as doutrinas Unicistas, sem distinção de sexo cor e nacionalidade.

A CNUB é Soberana em suas decisões e não está ligada a nenhuma outra Convenção, Igreja ou Organização. Ela é exclusiva e possui o seu CNPJ próprio.

Qualquer Igreja Unicista poderá se filiar a CNUB e pedir desligamento, quando, por um motivo ou por outro se fizer necessário, sem que haja prejuízo para a Igreja filiada bem como para seus Obreiros filiados.

A CNUB se reserva no direito de, caso as regras determinadas não sejam obedecidas, desligar a Igreja infratora.

A CNUB sobrevive de uma anuidade de 10% (dez por cento) de um salário mínimo vigente do país de cada um de seus filiados, isto é, de cada obreiro, e mais a uma taxa de 50% (cinqüenta por cento) sobre o salário mínimo vigente do país das igrejas a ela filiada.

OBS. A taxa referida para as igrejas não é anual. Ela é uma taxa para custeio das despesas de documentações. 

A SEDE NACIONAL DA CNUB SE LOCALIZA NA RUA DONA ALBINA N° 88 – BAIRRO CRUZEIRO DO SUL – CARIACICA – ES. E SE ENCONTRA DEVIDAMENTE REGISTRADA NO CARTÓRIO DE REGISTRO CIVIL DE PESSOAS JURÍDICAS SOB O Nº 300, LIVRO “A”. 

A CNUB OFERECE Á SEUS FILIADOS:

CERTIFICADO DE FILIAÇÃO;

CERTIFICADO DE BATISMO;

DIPLOMA DE FILIAÇÃO;

CERTIFICADO DE APRESENTAÇÃO DE CRIANÇAS;

CARTA DE RECOMENDAÇÃO E MUDANÇA;

CREDENCIAL.

O objetivo maior da CNUB é promover a união entre os Unicistas para tornarmos um povo forte. Mas para isto, além de exigir um pouco de sacrifício financeiro por parte de seus filiados em se manter em dia com suas anuidades, é preciso aprender a conviver com as diferenças entre as diversas opiniões ministeriais, não somente com relação a usos e costumes, mas também com relação interpretações de textos bíblicos.

A exigência da CNUB está em que seus filiados sejam Unicistas, ou seja, que creiam e defendam a crença em um único Deus e o batismo em nome de Jesus.

Para que haja uma perfeita união, e evitar aborrecimento entre os diversos ministérios com seus pontos de vistas e interpretações que às vezes divergem uns dos outros. Aconselhamos aos filiados da CNUB a não entrarem nestas questões, pois este não é o objetivo da CNUB. A Palavra de Deus nos aconselha a não entrar, ou evitar discussões loucas.

Lembre-se disto: Devemos ser humildes em nossas opiniões e ao mesmo tempo respeitar as opiniões dos outros, pois, podemos estar errados, e caso isto aconteça, se formos humildes, a vergonha será menor. O salmo 133 é o nosso lema: “Quão bom e suave é viver os irmãos em união...”

Se desejarmos viver em união, precisamos aprender a conviver com as diferenças, pois precisamos do calor uns dos outros. Não podemos mais viver dispersos e isolados como viveram o povo de israel. A CNUB, se coloca a disposição e convoca a todos os Unicistas para esta união. Devemos tomar como exemplo os porcos espinhos, que para sobreviverem ao frio numa era glacial, mesmo com os espinhos se uniram para não serem extintos, veja abaixo:

 

PORCO ESPINHO

Durante uma era glacial bem remota, quando parte de nosso planeta se achava coberto por densas camadas de gelo, muitos animais não resistiram ao frio intenso e morreram. Morreram indefesos por não se adaptarem às condições do clima hostil.

Foi então que uma grande manada de porcos espinhos, numa tentativa de se proteger e sobreviver, começaram a se unir, a juntar-se mais e mais.

Bem próximos um do outro, cada qual podia sentir o calor do corpo do outro. E assim bem juntos, bem unidos, agasalhavam-se mutuamente. Assim aquecidos, conseguiram enfrentar por mais tempo aquele inverno terrível. Vida ingrata, porém... Os espinhos de cada um começaram a incomodar, a ferir os companheiros mais próximos, justamente aqueles que lhes forneciam mais calor.

Feridos, magoados e sofridos, começaram a afastar-se.

Por não suportarem mais os espinhos de seus semelhantes, eles se dispersaram.

Novo problema: afastados, separados, começaram a morrer congelados.

Os que sobreviveram ao frio voltaram a se aproximar, pouco a pouco.

Com jeito e precaução. Unidos novamente, mas cada qual conservando certa distância um do outro.

Distância mínima, mas suficiente para conviver, sem ferir, para sobreviver sem magoar, sem causar danos recíprocos.

Assim agindo, eles resistiram à longa era glacial. Apesar do frio e dos problemas, conseguiram sobreviver.

Viver não consiste em respirar, mas em agir, e nada de grandioso se consegue sem uma forte vontade e uma grande parcela de amor, para podermos superar as nossas dificuldades e as nossas limitações.

As vezes os espinhos que outras pessoas possuem nos incomodam, mas temos que tentar conviver com os nossos espinhos e os de outras pessoas que nos cercam.

Ainda devemos seguir os exemplos dos gansos...

 

O QUE PODEMOS APRENDER COM OS GANSOS

Quando, por exemplo, um ganso bate as asas voando numa formação em V, cria um vácuo para a ave seguinte passar, e o bando inteiro têm um desempenho setenta por cento melhor do que se voasse sozinho. Sempre que um ganso sai da formação, sente, subitamente, a resistência do ar, por tentar voar sozinho e, rapidamente, volta para a referida formação, aproveitando o vácuo da ave imediatamente à frente.

Quando um ganso líder se cansa, passa para trás e de pronto outro assume o seu lugar, voando para a posição da ponta.

Na formação, os gansos que estão atrás grasnam para encorajar os da frente a voar mais depressa. Se um deles adoece, dois gansos abandonam a formação e seguem o companheiro doente, para o ajudar e proteger. Ficam com ele até que esteja apto a voar de novo ou venha a morrer. Só depois disso voltam ao procedimento normal, com outra formação ou atrás de outro bando.

A lição dos gansos:

Pessoas que partilham uma direção comum e senso de comunidade podem atingir mais facilmente os objetivos que pretendem.

Para atingi-los é necessário estar junto daqueles que se dirigem para onde queremos ir, dando e aceitando ajuda.

Precisamos assegurar que o nosso "grasnido" seja encorajador para a nossa equipa e que ajude a melhorar o seu desempenho.

 

Título do livro, donde foi retirado este excerto, Autor Alexandre Rangel, Casa das Letras, Lisboa (2006).

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